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traição virtual

Traição virtual é o motivo de avalanche de pedidos de divórcio no brasil e acelera em tempo de pandemia

A traição facilitada pelo uso da internet e pelo acesso a aplicativos é a maior causa de divórcios no Brasil.

De acordo com o site Jusbrasil, especializado em processos judiciais, redes sociais e aplicativos geram tanta infidelidade online quanto presencialmente.

O Brasil está entre os países com mais usuários de internet do mundo. E tantos acessos está facilitando e expondo traições nas redes sociais e aplicativos, de acordo com especialistas.

Segundo juízes e advogados especializados em Direito de Família, a traição pela internet já é o maior motivo de divórcios e separações. Para alguns, o motivo já supera até mesmo o fator financeiro.

Outra situação que tem agravado o número de pedidos é o confinamento em tempo de pandemia, como é o caso da China, onde houve um recorde de números de pedidos de divórcio no final do período de isolamento.

Com o resultado da pandemia, muitos casais permaneceram por mais tempo juntos em casa por meses, o que alimentou os conflitos e ocasionou num aumento nas marcações de reuniões de divórcios nos cartórios. E para isso, o acompanhamento de um advogado é imprescindível.

Pandemia e família

Coronavírus e o aumento de disputa pela guarda dos filhos

A circulação do Coronavírus no Brasil fez muitos pais levarem à Justiça a disputa pela guarda dos filhos. Ex-casais têm aproveitado os efeitos da doença no país para dificultar o acesso da criança a um dos genitores. O aumento da demanda já é percebido pelos profissionais da área. É necessário utilizar-se do bom senso nestes momentos, pois algumas situações enfrentadas é a de que a mãe ou o pai que detém a guarda do filho o impeça de facilitar a relação...

Certo é que as infidelidades e relações extraconjugais sempre existiram e continuarão a existir, mas a forma desta infidelidade é uma variação em torno do mesmo tema, e hoje ela é pela internet.

Em que pese a permanência de muitos casais confinados em tempo de pandemia, o aumento dos conflitos em decorrência da convivência e mais a utilização da internet para praticar traições tem acarretado no fim de muitos casamentos.

Às vezes o amor acaba e, deste modo, o entendimento dos tribunais foi de eliminar gradativamente a culpa pelo fim da conjugalidade.

Ainda, com a Emenda Constitucional nº 66/10 consolidou-se a desnecessidade do Estado intervir na vida privada das pessoas, reafirmando a eliminação da culpa pela parte que pôs fim à conjugalidade, excluindo do ordenamento jurídico o instituto da separação judicial.

Deste modo, a Emenda Constitucional 66/10 é resultado de um amadurecimento da sociedade e evolução do pensamento jurídico, onde a liberdade de escolha é princípio fundamental de existência e da dignidade humana.

Assim, suprimido o requisito de prévia separação judicial por mais de um ano ou de comprovada separação de fato por mais de dois anos, extirpar-se o instituto da separação judicial e elimina a discussão de culpa pelo fim do casamento.

Um dos mais sofridos e traumáticos ritos de passagem em nossa vida é o da separação conjugal. Alguns não conseguem transpor este ritual e viver o luto necessário e ficam eternamente unidos pelo litígio judicial. Quando o divórcio é consensual, é possível colocar um ponto final àquele amor desgastado, sofrer menos e proteger mais os filhos das consequências, às vezes maléficas, de uma separação litigiosa.

A EMENDA 66/10 SIMPLIFICOU O DIVÓRCIO

O Divórcio surgiu no ordenamento jurídico brasileiro em 1977, com a promulgação da Lei nº 6.515/77 (Lei do Divórcio). Antes disso, a única solução era o desquite, que mantinha os cônjuges presos ao vínculo contratual, mas colocava fim ao regime matrimonial de bens e aos deveres de coabitação e fidelidade recíprocas. Entretanto, não disponibilizava aos desquitados a contratação de novo casamento, levando as uniões à margem da Lei.

Naquela época, o Divórcio somente era possível se atendesse a três requisitos: separação de fato há mais de cinco anos; ter este prazo sido implementado antes da alteração constitucional; ser comprovada a causa da separação. A Constituição Federal de 1988 reduziu os prazos: um ano de separação judicial para o Divórcio por Conversão, e dois anos da separação de fato para o Divórcio.

Posteriormente, o Código Civil de 2002 tratou das questões relacionadas com a dissolução da sociedade conjugal, tanto pela separação quanto pelo divórcio, mas sem grandes novidades.

Foi então que, em 2010, a Emenda Constitucional 66, chamada popularmente de “PEC do Divórcio”, acabou com a separação judicial, com todos os prazos exigidos e com a discussão da culpa pelo fim do casamento. A EC66/2010 deu nova redação ao artigo 226, parágrafo 6º, da Constituição Federal (CF), o qual passou a vigorar com o seguinte texto: “O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio”.

Deste modo, basta a simples vontade de uma das partes para que o divórcio seja dissolvido.

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